Invectivávamos juntos o galinhame pululante à nossa volta, as “velhas” e os “velhos”, como tu gostavas de lhes chamar, mesmo que fossem todos mais novos do que nós. A nossa maledicência era assumida, implacável, mas acabava só e sempre em dois ataques de riso – um teu e outro meu. Tu partiste e agora vou ter de invectivar sozinha. Hei-de fazê-lo, em tua memória.
(À tua, Nuno Nunes)
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Um comentário:
Com essa dos "velhos" conseguiste refrescar a minha memória. Era isso que ele contestava, se calhar para defesa própria. Mesmo assim era possível, que não fizesse a mais pequena ideia sobre o alcance dessas "citações".
Espero que outros/as não sigam o seus passos tão galopantemente. Era mesmo uma pena...
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